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P: Faço uso de Bupropiona para
tratar depressão, mas sou também muito ansiosa, principalmente no
relacionamento...acho que tenho a Síndrome de Otelo, o que é nada bom...além
de psicoterapia, há algum ansiolítico que eu possa associar com a Bupropiona,
ou alguma indicação específica para ciúme patológico? Agradeço desde já!
R: Se a Bupropiona (Wellbutrin,
Zetron, Bup) é o seu antidepressivo ideal e se ele te provoca ansiedade, sim,
pode-se associar Ansiolíticos, embora a longo prazo seja melhor um neurolépticos
tranqüilizante em dose baixa.
P: Doutor, estou muito
preocupado por que nunca vi nada parecido com meu caso, durante esse ano tomei
cerca de seis remédios, entre eles Aropax, Lexapro, Depakote, e Risperidona,
Fenergan e Concerta. Meu diagnóstico é de TOC, Transtorno Bipolar Tipo III e
TDAH. Bipolar não acredito ser mas tomei mesmo assim todos os remédios que me
indicaram.
R: Difícil alguém ter tantos
diagnósticos. procure um psiquiatra clínico experiente e reveja o
diagnóstico, antes de começar tantos tratamentos.
P: 1) Uma vida comportamental agitada por ambientes de convivência tensos e estressantes (profissional, familiar) levaram a um estado de ansiedade maior, onde a "vida estressada" gerou um deficit
bio-químico cerebral de Neurotransmissores que culminou na ansiedade?
2) Do mesmo modo que uma vida tensa gerou ansiedade e desequilíbrio bio-químico cerebral, um novo comportamento de vida muito mais
tranqüilo, com tratamentos coadjuvantes (como exercícios físicos e terapia Cognitiva), aliados - se
necessário por indicação médica ao auxílio de Benzodiazepínicos - pode reequilibrar tais
Neurotransmissores bio-químicos e voltar o organismo do indivíduo a
normalidade?
R: Sim e sim.
Tenho 35 anos meu depoimento não é muito diferente, em 1994 perdi um irmão em um assalto, sofri muito e a partir daí começou as crises de SP, nem sabia que era isso, depois de consultas, exames de todos os tipos, e sem resultados negativos, o médico me indicou um psiquiatra para me acompanhar me tratei com remédios durante 03 anos, após isso fiquei bem, mais sempre com medo de toda aquela sensação de morte voltar, bem agora em 2007 início de
Janeiro voltei a ter uma crise, e tive uma forte durante essa noite, foi terrível, pulei da cama, meu coração parecia sair na boca, suando e tremendo mais em poucos minutos aquilo passou, meu medo maior é de altura, elevador, ambientes muito cheios, viagem a noite, dirigir. Estarei passando novamente com o psiquiatra e espero em Deus voltar tudo ao normal novamente.
Dr., há cerca de 05 anos sofro de várias fobias tais como, não fico em salas ou banheiros fechados, não ando de elevador, de avião de ônibus, não passo por
pontes e não fico no escuro. A cada ano que passa, entro numa nova Fobia além da
síndrome do pânico e muita ansiedade. Minha vida está difícil. Tenho 45 anos e já fiz tratamento psiquiátrico por quase um ano e psicológico pelo mesmo tempo. Larguei tudo pois só tomava remédio que me deixava impotente e não resolvia. Sou
hipertensão e na mesma época em que comecei a tomar medicamento para hipertensão, começaram estes distúrbios. Tenho
Prolapso da Válvula Mitral. Estou arrasado pois não tenho coragem de enfrentar o que anos atrás era simples. Tem
jeito para tudo isto? É uma coisa só ou são vários problemas? Isto pode se agravar aumentando as fobias? Entro num lugar, penso que pode faltar energia e ficar no escuro. Não saio quase a noite para não passar por isto. Numa festa ou visita só fico se as portas estiverem abertas. Estou assustado, parece que nunca ficarei bom. Quanto a falar em público não tem problema pois isto faço quase sempre, somente um nervosismo inicial e depois passa com algumas técnicas em falar. Dirigir não tem problema. O que faço? Penso em pedir meu cardiologista para me passar
Ansiolítico, resolve?
Tenho 16 anos e o ano passado
sofri de depressão. Fui para uma escola nova e tinha pânico de freqüentá-la.
Perdi muita matéria, queria parar de estudar para não ter que sofrer indo para
a escola, e ver toda aquela gente que me dava medo. No reinício de aulas, esse
ano, sofri muito com medo de que tudo se repetisse, chorava em sala de aula e
não queria mais viver. Hoje posso dizer q consigo enfrentar esse pânico, mas
espero ansiosamente pelo fim de semana, para poder ficar somente com a minha
família. Domingo de noite sempre tenho que tomar um LEXOTAN de 3mg, para
conseguir dormir em paz. Tomo Fluoxetina de 50mg. Sinto que estou cada vez
melhor com ajuda de psiquiatra e da minha psicóloga. Meu maior sonho, é poder
viver bem, sem ansiedade (que tenho muita). Lendo esse site, comecei a achar que
posso ser uma comedora compulsiva, mas me faz muito feliz comer. Eu como
exageradamente e a todo instante, vou me tratar com a minha psicóloga. Achei o
site realmente muito bom, ajuda as pessoas, pois hoje em dia, problemas desse
tipo (depressão, Esquizofrenia, etc, problemas psíquicos em geral) são
muitíssimo comuns.
Olá pessoal tenho 18 anos tive bulimia,
depressão e ansiedade generalizada, desde os 14 anos, resolvi procurar ajuda
quando já não consegui mais viver com tamanho sofrimento, comia
desesperadamente quando estava sozinha, passava muito mal, forçava vômitos e
tomava laxantes, as vezes anfetaminas, remédios para emagrecer, fui a
nutricionistas, endocrinologistas, mas nada adiantou até que resolvi por fim a
minha vida, felizmente sobrevivi e fui parar em um médico psiquiatra a quem
devo minha vida. Lá junto com o dr, descobri que posso ser uma pessoa normal
como as outras a mais de 2 anos faço tratamento e tomo remédios e sou muito
feliz, cheguei a pesar 85 kg, hoje tenho um peso considerado normal de 69 kg
para 1.73 cm. Me sinto como se tivesse nascido novamente, amo minha vida só um
extremamente feliz e realizada, em 1 ano de tratamento perdi 16 kg e a um ano
mantenho os meus 69 kg, até consigo emagrecer se quiser sem muito esforço,
não usei nenhum tipo de remédio para emagrecer apenas Fluoxetina que utilizo
até hoje e nos primeiros meses de tratamento tomei Diazepam para dormir. Desde
então Não faço dietas, não tomo anfetaminas nem laxantes, não forço
vômitos e sou muito feliz, pois hoje tenho controle do meu organismo, posso
comer de tudo e não tenho mais problemas com a balança. Gostaria de dizer que
a todos vocês que procurem bons médicos e se tratem nunca é tarde para mudar,
eu mudei e hoje vivi feliz vocês também devem e podem acreditar na mudança!
Boa Sorte a todos!
Descobri este site e tive o
ímpeto de escrever e compartilhar minha experiência com relação a crises de
ansiedade e depressão. No meu caso, hoje estou com 44 anos e voltando ao
passado, noto que tinha depressão desde criança. Há 4 anos estou tomando
Paroxetina e voltei a viver. Ocorre que, quando acontece algum fato
desencadeador, as crises de ansiedade voltam e sempre na parte da manhã, quando
chega a tarde, estou normal, é inacreditável a mudança, pois de manhã sinto
falta de ar, tremores, diarréia e vômitos, zumbidos e uma grande dor na alma
que parece que vou morrer. A minha sorte é que começo a trabalhar somente às
13:00h, sendo que à tarde, sou outra pessoa. Vou voltar ao médico e ver se ele
pode fazer mais alguma coisa por mim. Um abraço a todos!
Gostaria de saber se a prática
regular de exercícios aeróbicos fortalece a atuação dos medicamentos em
doenças como: depressão , ansiedade, etc.
Muito provavelmente sim. Tanto
como coadjuvantes do tratamento quanto para diminuir muitos colaterais.
Uma
pessoa que passou a tomar remédio para emagrecer composto de Dietilpropiona,
Dimeticona,
sais biliares e Clordiazepóxido, pode vir a ter sintomas de mania de
perseguição, delírios, idéia fixa de estarem mexendo em sua coisas. Esta
pessoa já teve a Síndrome do Pânico. Este remédio pode estar causando este
tipo de efeito colateral ?
Sim
e sim !!
Estou me tratando com um excelente
médico. Minha vida toda sempre foi uma panela de pressão que finalmente
explodiu há 2 anos atrás. Algo estava errado. Não consigo sair de casa sem
estar arrumadíssima (já fui notada por isso, elogios, mas me constrangem
porque sei que me sentirei medida em valor pela aparência), sempre procuro
estar aparentando felicidade, cumprimentar, ser educada e cordial, mesmo
morrendo por dentro, fico horrorizada se alguém me pergunta se estou me
sentindo mal ou com má aparência, cansada ou brava. Acabo sempre sendo meio
palhaça para ser aceita. Nunca, nunca, nunca falo dos meus problemas com ninguém.
Todos acham que tenho uma vida perfeita. Os piores tempos são Natal, Ano Novo e
Aniversário. Já digo de antemão que não quero nada pois morro de medo de
não ganhar, ou se esquecerem de mim, e isso quer dizer que não sou amado, que
não valho a pena. No aniversário eu sumo, e não digo a ninguém, tenho horror
de ganhar parabéns. Estou sempre bem arrumada mas é um martírio quando alguém
nota e comenta, fico bestificada e propensa a não aceitar o elogio com
naturalidade ou desviar a conversa. Agora mesmo acho que estou com depressão
mais intensa, li no site, cansaço (durmo de dia), não quero fazer compras,
não quero sair para minha empresa, não quero sair de casa, não quero ir na
piscina,
enfim, queria dormir e não acordar (como diz no site), mas não morrer, quero
um tempo no nada. É duro enfrentar cada dia, fazer o de sempre, disfarçando.
Tomei a iniciativa de me tratar, mas ninguém sabe. Na minha família eu sou a
fortaleza para onde os problemas convergem. Não posso desmoronar. Não quero
dar trabalho pra ninguém, quero ser dona de mim até o fim. Ando chorando por
nada (por filme), pensamentos tristes, culpa (de não me interagir melhor com
meus filhos) e uma total falta de interesse pelo mundo. Fico triste de na Net
não tem nenhuma mensagem pra mim, mas não entro mais nos chats. Estou também
arrasada porque dei um basta numa amizade que me deixava muito ansiosa, porque
eu via que só eu dava e não recebia de volta. Então dei um tempo, mas sinto
falta horrível desse amigo, mas ultimamente ele me trazia mais ansiedade que
alegria. Achei que não estava sendo valorizada. Algumas pessoas são assim,
conseguem reunir uma multidão em torno de si sem dar nada de muito importante
pra ninguém, basta ele estar lá. Na minha fase acho que não estava bem pra
minha auto estima. Mais pra frente talvez eu reate quando achar que possa ter um
amigo que não da muita bola, que só liga quando precisa, mas que a gente não
consegue desgostar, a quem se perdoa tudo porque realmente é uma grande pessoa,
enfim é amar ou odiar. Eu o adoro, mas não posso esperar ajuda dele. Preciso
contar tudo ao meu médico e encarar uma terapia a qual me recuso ainda, não
aceito direito que talvez não possa resolver sozinha meus problemas. Mas
acreditem, tem solução, eu sei que isso passa. Tenho confiança plena no meu
médico e em Deus. Vou sair dessa, com a ajuda deles e da minha. Força pra quem
está na pior, ou melhor que eu. Você ainda vai sair dessa. Abraço pra todos.
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